Bem Vindo a DGM Obras Sociais!

Voluntário em obras sociais

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Dinheiro é a Raiz de todo o Mal? - Ayn Rand

Não há maior prazer do que servir!
Discurso do Dinheiro por Francisco D'Anconia. - O melhor personagem do livro A Revolta de Atlas (Atlas Shrugged) da Ayn Rand. ;)
"Então o senhor acha que o dinheiro é a origem de todo o mal? [...]


Ele é um instrumento de troca, que só pode existir quando há bens produzidos e homens capazes de produzí-los [...]



O dinheiro não é o instrumento dos pidões, que recorrem às lágrimas para pedir produtos, nem dos saqueadores, que os levam à força [...]



Não são os pidões nem os saqueadores que dão ao dinheiro o seu valor. Nem um oceano de lágrimas nem todas as armas do mundo podem transformar aqueles pedaços de papel no seu bolso no pão que você precisa para sobreviver [...]



O dinheiro é feito - antes de poder ser embolsado pelos pidões e pelos saqueadores - pelo esforço de todo homem honesto [...] aquele que sabe que não pode consumir mais do que produz.



Comerciar por meio do dinheiro é o código dos homens de boa vontade. O dinheiro se baseia no axioma de que todo homem é proprietário da sua mente e de seu trabalho [...]



O dinheiro permite que você obtenha em troca dos seus produtos e de seu trabalho aquilo que seus produtos e seu trabalho valem para os homens que o adquirem, nada mais do que isso [...]



é preciso oferecer valores, não dores [...] o vínculo comum entre os homens não é a troca de sofrimento, mas a troca de bens. O dinheiro exige que o senhor venda não a sua fraqueza à estupidez humana, mas o seu talento à razão humana [...]



quando os homens vivem do comércio - com a razão e não à força, como árbitro ao qual não se pode mais apelar -, é o melhor produto que sai vencendo, o melhor desempenho, o homem de melhor juízo e maior capacidade - e o grau de produtividade de um homem é o grau de sua recompensa [...]



é isso que o senhor considera mau? [...]



o dinheiro é só um instrumento [...] ele lhe dá meios de satisfazer seus desejos, mas não lhe cria os desejos.



O dinheiro é o flagelo dos homens que tentam inverter a lei da casualidade - aqueles que tentam substituir a mente pelo sequestro dos produtos da mente.



O dinheiro não compra felicidade para o homem que não sabe o que quer, não lhe dá um código de valores se não tem conhecimento a respeito de valores, não lhe dá um objetivo se ele não escolhe uma meta.



O dinheiro não compra inteligência para o estúpido, nem admiração para o covarde, nem respeito para o incompetente.



O homem que tenta comprar o cérebro de quem lhe é superior para serví-lo, usando dinheiro para substituir o seu juízo, termina vítima dos que lhe são inferiores.



Os homens inteligentes o abandonam, mas os trapaceiros e vigaristas correm atraídos por uma lei que ele ainda não descobriu: o homem não pode ser menor do que o dinheiro que ele possui [...]



se um herdeiro esta à altura de sua herança, ela o serve; caso o contrário, ela o destrói [...] não pense que ela deveria ser distribuída - criar 50 parasitas em lugar de um [...]



O veredicto que o senhor dá a fonte do seu sustento é aquele que dá à sua própria vida. Se a fonte é corrupta, o senhor condena a própria existência.


O dinheiro provém da fraude? Da exploração dos vícios e da estupidez humanos?


O senhor o obteve servindo aos insensatos, na esperança de que lhe dessem mais do que sua capacidade merece? Baixando seus padrões de exigência? Fazendo um trabalho que o senhor despreza para compradores que não respeita?


Nesse caso, o seu dinheiro não lhe dará um momento sequer de felicidade.


Todas as coisas que adquirir serão não um tributo ao senhor, mas uma acusação; não uma realização, mas um momento de vergonha.


Então o senhor dirá que o dinheiro é mau.


Mau porque ele não substitui o seu amor-próprio? Mau porque ele não permite que o senhor aproveite e goze sua depravação? [...]



O dinheiro é produto da virtude, mas não dá virtude nem redime vícios. Ele não lhe dá o que o senhor não merece, nem em termos materiais nem espirituais [...]



O homem que venderia a própria alma por um tostão é o que mais alto brada que odeia o dinheiro - e ele tem bons motivos para odiá-lo. Os que amam o dinheiro estão dispostos a trabalhar para ganhá-lo. Eles sabem que são capazes de merecê-lo.



Eis uma boa pista para saber o caráter dos homens: aquele que amaldiçoa o dinheiro o obtém de modo desonroso; aquele que o respeita, o ganha honestamente.



Fuja do homem que diz que o dinheiro é mau. Essa afirmativa é o estigma que identifica o saqueador [...]



Enquanto os homens viverem juntos na Terra e precisarem de um meio para negociar, se abandonarem o dinheiro, o único substituto que encontrarão será o cano do fuzil [...]



Quando há comércio não por consentimento, mas por compulsão, quando para produzir é necessário pedir permissão para homens que nada produzem - quando o dinheiro flui para aqueles que não vendem produtos, mas têm influência -, quando a corrupção é recompensada e a honestidade vira um sacrifício -, pode ter certeza que a sociedade está condenada [...]



no decorrer de séculos de estagnação e fome, os homens exaltavam os saqueadores, como aristocratas da espada aristocratas de estirpe, aristocratas da tribuna, e desprezavam os produtores, como escravos, mercadores, lojistas... industriais [...]



As mentes apodrecidas que afirmam não ver diferença entre o poder do dólar e o poder do açoite merecem aprender a diferença na própria pele, que, creio eu, é o que vai acabar acontecendo [...]



Quando o dinheiro deixa de ser o instrumento por meio do qual os homens lidam uns com os outros, então os homens se tornam os instrumentos dos homens. Sangue, açoites, armas - ou dólares. Façam a sua escolha."



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O dinheiro é um meio. Para quem busca conquistá-lo de forma honesta e merecida, como recompensa por aquilo que produziu e por sua competência, que gosta do que faz e sabe o que quer dele - traz liberdade, satisfação e realiza sonhos.



Para aqueles que o obtém sem produzir, sem merecer ou que o consideram um fim, o dinheiro será uma lembrança disso e não trará a satisfação que almejavam.



Graças ao dinheiro, cada um pode explorar sua vocação e trocá-la por produtos. Quanto mais intenso e variado o comércio entre as pessoas e as nações, mais interdependência econômica, mais foco em produtividade e desenvolvimento, menos foco em guerra.



Dinheiro é necessário, muito ou pouco, dependendo do tamanho dos seus objetivos. Obtê-lo, de acordo com o que você produz ou ajuda a produzir, honestamente, com o seu trabalho - é a raiz de todo o desenvolvimento que nossa sociedade alcançou.



Não valorizar isso é a raiz de todo o mal.


Marco Alemão - Hiperinflação 19231923, marco alemão perde o valor devido a hiperinflação.
Na foto, crianças brincando com as notas, praticamente, sem valor algum.

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Estamos vencendo...

Não há maior prazer do que servir!

  • Estamos vencendo...‏

Querida comunidade Avaaz,

Make a Comment NOW!A Avaaz está à todo vapor, estamos crescendo rapidamente e conquistando vitórias surpreendentes em todo o mundo. Do Canadá ao Brasil, até a Itália e África do Sul, nossa comunidade não apenas fala, mas também faz e ganha... repetidamente! Clique abaixo para ler mais e participar de um bate-papo ao vivo global para festejar e sonhar com o que vem a seguir:
Algo surpreendente está acontecendo. A nossa comunidade está não somente crescendo por 100 mil pessoas por semana que juntas já somam mais de 25.000.000 de ações on-line realizadas, mas estamos também causando um furor inédito. O nível de entusiasmo pelas mudanças que estamos gerando está nas alturas.

Nós estamos vencendo.Repetidamente.

Muitas vezes, nós estamos escolhendo batalhas impossíveis, com muito pouco tempo para ter um impacto. Mas a força da mobilização de um grande número de pessoas de forma agil e direta, está fazendo a diferença, campanha após campanha. Desde o Economist ao Le Monde à Al Jazeera, a mídia está comentando os nossos "sucessos espetaculares", que são capazes de inaugurar uma "revolução política". Aqui estão alguns exemplos apenas nas últimas semanas:

  • Canadá (420.000 membros da Avaaz), nós encaramos uma aliança do império midiático e o Primeiro Ministro na sua tentativa de subverter a independência dos meios de comunicação do país, e ganhamos.

  • Brasil (730.000 membros), nós levamos o movimento contra a corrupção para a Internet, aprovando a lei Ficha Limpa no Congresso e falando para o STF a manter a legalidade a lei, removendo assim corruptos notórios das eleições – a batalha não acabou mas a Ficha Limpa já é considerada uma revolução na política brasileira.

  • Itália (240.000) nós nos opomos a uma proposta legislativa do Primeiro Ministro para atar as mãos dos investigadores dos casos de corrupção - comentadores saudaram a vitória como a primeira vez na história italiana de como a mobilização online mudou a agenda parlamentar.

  • Argentina (60.000) nós agimos rapidamente para proteger as geleiras no que parecia uma vitória certa das empresas de mineração, porém ganhamos.

  • África do Sul (70.000) construímos um enorme clamor público contra uma proposta de censura sobre a imprensa, forçando o governo a alterar a sua lei de regulamentação da mídia.

  • Alemanha (480.000) milhares de telefonemas de última hora dos nossos membros ajudaram a impedir o governo de cortar drasticamente seu orçamento de ajuda humanitária internacional para saúde.

  • Veja mais detalhes sobre estas campanhas ao final do email ou clique abaixo para ler mais, ver clips da imprensa e deixar um comentário no nosso chat ao vivo:

    http://www.avaaz.org/po/global_victory_report/?vl

    Estas foram apenas as vitórias, mas além delas a Avaaz também agiu na tragédia no Paquistão, doando mais de $1,1 milhãopara organizações locais que forneceram biscoitos nutritivos e leite para 30.000 crianças por 2 meses e água potável para mais de 3.000 famílias. Na Europa, os membros da Avaaz fez história criando a primeira iniciativa popular com 1 milhão de assinaturas apresentada à Comissão Européia (um mecanismo democrático na nova Constituição da UE), pedindo uma moratória às plantações transgênicas até haver pesquisas de saúde e segurança.

    Tudo isso em apenas algumas semanas. No primeiro semsetre houveram outras vitórias importantes como a defesa da proibição da caça às baleia e elefantes, o estabelecimento da maior reserva oceânica do mundo e muito mais. É tudo uma prova de que, quando pessoas se unem e agem de forma inteligente e estratégica, a democracia funciona!

    Acabaram os dias em que nós simplesmente votávamos e depois líamos passivamente e frustrados os jornais para ver o que vinha da política. Estamos entrando numa nova fase da democracia nacional e global, onde os cidadãos são constantemente e fortemente engajados, definindo a agenda política e responsabilizando os governos pelos seus atos. É um momento emocionante e promissor para todos os problemas que enfrentamos.

    É também uma grande responsabilidade. Nunca houve uma comunidade como a nossa , somos quase 6 milhões de cidadãos de todos os cantos do planeta, capazes de nos mobilizar da noite para o dia. Se continuarmos juntos, divulgando as campanhas e participando cada vez mais, tudo é possível. Da corrupção para o meio ambiente, pobreza, saúde e muito mais, o que acontecerá a seguir, depende de todos nós.

    Com admiração pelo compromisso de todos e esperança para o futuro,

    Ricken, Ben, Alice, Luis, Emma, Stephanie, Alexandre, Milena, Heather, Iain, Graziela, Paula, David, Ben, Pascal, Benjamin, Brianna, Veronique, Giulia, Parvinder, Maria Paz, Saravanan, Kien, Yura Vladimir, Alma e o resto da nossa equipa crescente :)

    Veja abaixo os detalhes sobre cada uma das nossas vitórias de campanha recentes, bem como outras atualizações. Para ver artigos recentes, clique aqui:

    http://www.avaaz.org/po/global_victory_report/?vl

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    Uma vitória substancial: impedir favores políticos na mídia canadense

    Membros canadenses da Avaaz tiveram exito em proteger a sua democracia este mês, impedindo a aprovação de subsídios governamentais para um novo canal de notícias tendenciosas com laços estreitos com o partido conservador. 83 mil pessoas assinaram uma petição contra a ajuda especial do governo para a SUN TV - um canal de TV propagandístico criada por um ex-assessor marqueteiro do primeiro-ministro, Kory Teneycke. O projeto foi concebido depois de um almoço secreto entre Harper, Teneycke, e o infame Rupert Murdoch, que explora impiedosamente seu vasto império da mídia para manipular os líderes políticos de vários países importantes. Murdoch tem alimentado o movimento radical de direita “Tea Party” nos EUA depois de ter sido rejeitado por Barack Obama, e emprega 5 dos principais candidatos presidenciais republicanos dos EUA. Nenhum governo britânico ganhou uma eleição sem o apoio dele em 30 anos. Os canadenses estavam decididos a impedir a chegada no Canadá da mídia tendenciosa de Murdoch, que subverte a democracia.

    Depois da Avaaz expor a SunTV, o império de mídia jogou todas as tática sujas contra nós – calúnias em seus jornais, ameaças de processos judiciais se não suspendessemos a campanha e até mesmo ligações com uma sabotagem criminosa da nossa petição. Os membros da Avaaz não se intimidaram e reagiram -- com 83.000 assinaturas na petição, 21.000 cartas pessoais para a comissão de imprensa do governo e mais de 400.000 dólares doados para custear processos, lutar a batalha midiática e fazer uma investigação criminal sobre a sabotagem. As doações também contribuiram para a Avaaz contratar os melhores advogados do Canadá e especialistas para ajudar a desafiar a inscrição da SunTV para o governo.

    O resultado foi uma vitória em todos os aspectos! Kory Teneycke foi forçado a se demitir e SUN TV abandonou sua tentativa de se lançar com financiamento do governo. Murray Dobbin, um comentarista conhecido, escreveu: "É uma grande vitória para todos os canadenses que tiveram tempo de escrever, enviar emails, telefonar e protestar de outras formas este plano grotesco de levar a política canadense para a extrema direita. E é uma vitória em especial para Avaaz o movimento on-line social que expôs Teneycke e suas táticas de intimidação."

    Ficha Limpa: combatendo a corrupção no Brasil

    Uma campanha online massiva pela comunidade Avaaz no Brasil ganhou uma surpreendente vitória contra a corrupção. A Ficha Limpa é uma proposta ousada que impede qualquer político condenado por crimes como corrupção e lavagem de dinheiro de se candidatarem. Com quase 25% do Congresso sob investigação por corrupção, muitos diziam que a Ficha Limpa nunca seria aprovada. Mas depois que a Avaaz lançou a maior campanha on-line da história brasileira, ajudando a construir uma petição de mais de 2 milhões de assinaturas, 500 mil ações on-line e dezenas de milhares de telefonemas, nós ganhámos! A Ficha Limpa já está sendo chamada de uma verdadeira revolução na política brasileira.

    E até agora, graças à comunidade Avaaz e a conscientização pública criado pela campanha, a vitória foi uma duradoura: mesmo com apelações ao STF, conseguimos manter a vailidade da lei, acompanhando o processo a cada passo do caminho e agindo quando há uma ameaça à implementação da lei.

    Bavaglio: impedir a "lei da mordaça" na Itália

    Em uma vitória histórica para a pressão popular na Itália, 340.000 italianos se mobilizaram contra o "Legge Bavaglio" ou "lei da mordaça" - o que fatalmente teria restringido o poder do sistema jurídico italiano para combater a criminalidade e a corrupção e teria imposto punições draconianas para os editores e jornalistas que tentam responsabilizar políticos envolvidos.

    Foi a primeira vez na história italiana que as manifestações públicas foram capazes de mudar a agenda parlamentar. Professor Stefano Rodotà, jurista e colunista do jornal La Repubblica, disse: "Um canal foi aberto entre a política e as pessoas, uma distância que parecia intransponível por um momento foi superado".

    Argentina: proteger as geleiras

    Durante anos as empresas de mineração foram destruindo geleiras na Argentina, que compoe 70% da água do país. Um projeto de lei foi proposto para proteger as geleiras, mas ninguém achou que a lei passaria dado o enorme poder das empresas de mineração. Até que membros da Avaaz da Argentina e groups parceiros pressionaram tanto que a maré virou.

    Na semana passada, o Senado argentino aprovou a lei para proteger as geleiras do setor de mineração depois que osmembros da Avaaz inundaram senadores chave com mais de 8.000 mensagens antes da votação e colocaram o seu nome na petição apoiando a proteção das geleiras, atingindo mais de 11.000 assinaturas em poucos dias.

    África do Sul: preservar a mídia independente

    Mais de 30.000 membros do Avaaz na África do Sul assinaram uma petição para proteger a liberdade de imprensa da interferência do governo. Um projeto de lei que daria o controle do contéudo da imprensa a membros apontados do governo foi alterado e as principais cláusulas ofensivas removidas devido a uma onda de oposição popular. O movimento para preservar a independência da comunicação social na África do Sul está em andamento e a campanha da Avaaz é central para a luta.

    União Européia: 1 milhão contra plantações transgênicas

    Avaaz criou uma petição inédita de 1 milhão de assinaturaspara a União Européia pedindo uma moratória na produção de culturas geneticamente modificadas até que haja uma investigação sólida a respeito. A petição é a primeira da iniciativa de cidadãos da Comissão Européia - que permite que 1 milhão de cidadãos da UE façam pedidos jurídicos oficiais à Comissão Europeia.

    A campanha foi lançada em resposta à recente decisão da Comissão de liberar plantações geneticamente modificadas pela primeira vez em 12 anos. A decisão foi vista como um favor para o lobby dos transgênicos, mesmo quando 60% dos europeus, acreditam que uma pesquisa sólida deve ser exigida antes de iniciar a produção de alimentos que poderiam representar uma ameaça para a nossa saúde e meio ambiente.

    Alemanha: garantir fundos essenciais para a saúde global

    No início de outubro, observadores alertaram que a Alemanha planejava cortar dois terços da sua contribuição para o Fundo Global de Combate à Aids, Tuberculose e Malária. Mas uma onda bem cronometrada de telefonemas de membros alemães da Avaaz ao seu governo ajudou a virar a maré – e o governo da Alemanha anunciou no último minuto que iria contribuir com o seu valor total prometido, US$600 milhões em três anos.

    Paquistão: contribuindo onde e quando é mais urgente

    Quando uma catástrofe humanitária de proporções assustadoras atingiu o Paquistão deixando um quinto do país debaixo d'água e milhões de pessoas desabrigadas e precisando desesperadamente de assistência, a nossa comunidade entrou em ação.

    Doando generosamente, os membros da Avaaz contribuiram mais de $ 1,1 milhão de dólares nos momentos cruciaisapós o desastre - o financiamento tão necessário foi enviado para organizações locais eficazes. Trabalhando através de organizações internacionais de confiança (Oxfam, Plan, ActionAid) para identificar os parceiros mais efetivos locais, nós ajudamos a obter alimentos essenciais, abrigo e remédios para mais de 20.000 famílias.

    domingo, 26 de setembro de 2010

    As eleições e as Relações Públicas

    Não há maior prazer do que servir!

    As eleições e as Relações Públicas

    “Todo homem tem direito à liberdade de opinião e expressão. Esse direito inclui a liberdade de, sem interferências, ter opiniões e de procurar receber e transmitir informações e idéias por quaisquer meios e independentemente de fronteiras.” (Artigo XIX da Declaração de Direitos Humanos)

    Estão ai as eleições. Todo o cidadão brasileiro tem compromisso com a democracia – votar e ser votado. Dê uma olhada no mapa da América do Sul. Tente chegar à conclusão em relação ao número de países nos quais temos a democracia praticada de forma satisfatória. Nos quais impere a liberdade de opinião e expressão. Você vai descobrir que no continente há uma febre de autoritarismo, de tiranismo, do uso da máquina governamental para se perpetuar no poder, auferindo todo o proveito que ele pode oferecer.

    Nos países em que se notam mais evidentes a contraposição a democracia, ocorreram tentativas reiteradas de intervencionismo das mais diferentes formas, começando geralmente com pequenas restrições a liberdade, desafio a justiça e as leis, intervenção de governos em veículos de comunicação, ou algum tipo de controle sobre os mesmos, privilégio a grupos de pessoas em detrimento dos demais cidadãos. Isto tudo ocorrendo sem reação do povo e dos poderes responsáveis pela manutenção da legalidade, que deveriam tomar posições drásticas contra tudo que ameace a democracia, a liberdade de expressão.

    No caso da atividade de Relações Públicas os desafios e as ofensas a democracia, são desafios e ofensas a própria atividade. A liberdade de pensar, informar e se comunicar sofrendo restrições e limitações interferem na atividade de Relações Públicas. Se desaparecer a democracia as Relações Públicas a seguirão e desaparecerão.

    É por essa razão que o Código de Ética do Profissional de Relações Públicas diz: “Art. 28 – Defender a livre manifestação de pensamento, a democratização e a popularização das informações e o aprimoramento de novas técnicas de debates é função obrigatória do profissional de Relações Públicas.”

    A liberdade de um povo, definida e delimitada por ações e leis coerentes com a democracia, é um valioso tesouro que o povo descobre e valoriza, só depois de perdê-la.

    Certo é que as pessoas que lutam contra a liberdade são aquelas que querem ter a liberdade no sentido contrário ao interesse do povo. Querem impor ao povo as suas vontades da forma que melhor entendam, sem questionamentos e sem restrições do uso do poder. Essas pessoas acreditam que somente elas sabem o que é melhor para um povo, uma nação. Elas acreditam que são todas poderosas, estão acima do bem e do mal. São pessoas mentalmente desajustadas. É desta argamassa que surgem os ditadores. Desrespeitam não só as leis e a liberdade. Desrespeitam as pessoas na sua integridade mental, moral e física. Isto redunda em sofrimentos para o povo, distribuição da pobreza e concentração de riquezas nas mãos de pessoas privilegiadas, que controlam o poder.

    Volte novamente o seu olhar para o mapa da América do Sul e veja em quantos países isto está acontecendo, em maior ou menor grau. Coloque sua consciência para pensar e analisar.

    O ideal seria que o voto de todo o cidadão tivesse em vista privilegiar o respeito à liberdade e ao fortalecimento da democracia. Junte a isto a confiança necessária nas pessoas escolhidas para conduzirem o estado e a nação e que, queiramos ou não, vão influenciar a vida do povo de alguma forma, para o bem, ou para o mal. Esta confiança deveria visar os interesses maiores da nação e não interesses pessoais.

    João Alberto Ianhez
    Presidente do CONFERP